Juliana Ayres Advocacia

Área de atuação

Paternidade

Investigação, reconhecimento e negatória de paternidade, com cuidado, sigilo e orientação clara sobre os efeitos para o filho e para a família. Atendimento presencial no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, e online para todo o Brasil e o exterior.

Falar sobre o meu caso

Reconhecimento voluntário de paternidade

O pai pode reconhecer o filho a qualquer momento, diretamente no cartório de registro civil, sem processo judicial. Se o filho já for maior de idade, ele precisa concordar. O reconhecimento também pode ser feito por escritura pública ou por testamento.

Investigação de paternidade

Quando o suposto pai não reconhece o filho, é possível pedir a investigação de paternidade na Justiça. A principal prova é o exame de DNA. A recusa sem justificativa em fazer o exame pode levar o juiz a presumir a paternidade, analisada junto com as demais provas.

A ação também é possível depois do falecimento do suposto pai, com exames feitos a partir de parentes, e o pedido de pensão pode ser feito no mesmo processo.

Negatória de paternidade

Quem registrou uma criança como filho e descobre que não é o pai biológico pode questionar o registro na Justiça. O resultado não depende só do DNA: o juiz analisa também o vínculo afetivo construído com a criança ao longo do tempo.

Paternidade socioafetiva

A Justiça reconhece a paternidade baseada no afeto e na convivência, e não apenas na biologia. Em alguns casos, admite inclusive que a pessoa tenha no registro mais de um pai ou mais de uma mãe.

Efeitos do reconhecimento

  • Nome do pai no registro e, se desejado, o sobrenome
  • Pensão alimentícia (veja Pensão alimentícia)
  • Convivência com o pai (veja Guarda de filhos)
  • Direitos na herança, como qualquer outro filho

Como a Dra. Juliana atua

Questões de paternidade mexem com a história e a identidade de toda a família. A Dra. Juliana conduz cada caso com sigilo e sensibilidade, orientando sobre as provas, os exames e os efeitos do reconhecimento, e buscando soluções que preservem o bem-estar do filho.

Perguntas frequentes

O exame de DNA é obrigatório?

Ninguém é obrigado a fazer o exame, mas a recusa sem justificativa pode levar à presunção de paternidade, avaliada junto com as demais provas do processo.

Existe prazo para pedir o reconhecimento de paternidade?

Não. O filho pode pedir o reconhecimento da paternidade a qualquer tempo, inclusive na vida adulta.

Dá para investigar a paternidade depois que o suposto pai faleceu?

Sim. A ação pode ser proposta contra os herdeiros, e o exame de DNA pode ser feito a partir de parentes próximos.

Posso pedir pensão junto com a investigação de paternidade?

Sim. O pedido de pensão alimentícia pode ser feito no mesmo processo da investigação de paternidade.

Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui a consulta a um advogado. Cada situação deve ser analisada individualmente.

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